sábado, 9 de novembro de 2013

Blood Money - o aborto legalizado

Não diga “aborto”, diga a verdade: assassinato!

Não diga "direito da mulher", diga a verdade: supressão do direito do nascituro à vida!

“Aborto” é um eufemismo que visa mascarar a gravidade do ato que se decidiu praticar... “Decidiu”?! O aborto não é uma decisão, é coação, é manipulação de pessoas que se encontram já contra a parede. 

Um dos pontos mais fortes para mim no documentário abaixo (que, espero, você assista e divulgue) é um fato simples para o qual eu nunca havia me conscientizado: se o aborto for legalizado, você terá uma industria ganhando dinheiro em cima do assassinato de bebês! 

Essas indústrias (como ocorre com a indústria do cigarro, da bebida alcoólica e da pornografia), irão fazer sua “propaganda”, mas elas não irão fazer “propaganda do aborto”, porque isto poderia ser escandalosamente chocante. Há uma estratégia de marketing e publicidade em torno do tema para que a indústria possa conquistar a confiança dos jovens e adolescentes pela via da "educação sexual" nas escolas e, maquiavelicamente, a indústria receba desses jovens o direito de lhes propor o “aborto” de forma escondida dos seus pais e, até mesmo, do Governo (para que a indústria possa burlar o imposto de renda). 

O “aborto” é um instrumento para “limpeza étnica” - o documentário vai mostrar isso.

O “aborto” não é uma escolha da mulher, porque não lhe é apresentada outra opção além do aborto.

O “aborto” traz consequências físicas, psicológicas e espirituais que podem se estender por toda a vida da mulher - adolescentes que praticam o aborto tem seis vezes mais chance de cometerem suicídio no prazo de um ano após terem interrompido a gestação.

O “aborto legal" não garante uma condição melhor para a mulher do que se ela o fizesse numa clínica clandestina, porque, mesmo na legalidade, muitos abortos continuam sendo feitos às escondidas e, por isto mesmo, em caso de problemas cirúrgicos, não podem ser satisfatoriamente remediados. 

O “aborto legal" é uma indústria que, como qualquer outra, venderá seu “produto”.

Assista ao vídeo, divulgue-o, discuta, abra debates. Ano que vem, haverá candidatos que irão fazer de tudo para conquistar seu voto, mas eles não dirão a verdade sobre o tema do “aborto”. Não vote em assassinos!

Assista ao vídeo até o final, porque a nossa ignorância é a melhor arma que eles têm para continuar avançando com o programa de assassinatos de crianças.

O “aborto” é assassinato, enquanto o Governo e a sociedade, eu e você, deveríamos estar lutando pelo DIREITO À VIDA!

Não vote em pessoas que defendem o assassinato de crianças... Você quer que eu cite o nomes dessas pessoas? O PT, o PSOL e quaisquer partidos de matiz de esquerda lutam pelo direito da mãe assassinar seus filhos.

A presidente Dilma apoia o aborto!

A cristã Marina Silva, covardemente, quer que o povo “decida” em plebiscito sobre a questão da legalização do “aborto”. Quer dizer que ela quer ser eleita por milhares de cristãos para, no fim, devolver à sociedade que a elegeu a decisão sobre um tema que ela sabe muito bem qual deve ser a posição dela? Covarde. Eu não tenho outro nome para Marina Silva: COVARDE. Assim como são covardes todos os ditos “cristãos” que se posicionam de maneira dúbia diante de um tema tão evidentemente evangélico!  

Assista, enquanto o youtube não censura (ou assista aqui)! 



(O vídeo começa em 1minuto e 20 segundos)

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