quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Quem é Jesus segundo o livro aos Hebreus?



Capítulo I
  1. Jesus é o Filho por meio de quem Deus nos falou nestes últimos tempos”;
  2. Jesus é o herdeiro de todas as coisas”;
  3. Jesus é aquele por meio de quem Deus fez o universo 'aion')”;
  4. Jesus é o resplendor da glória de Deus”;
  5. Jesus é a expressão exata do ser de Deus”;
  6. Jesus sustenta o universo com o poder da sua palavra”;
  7. Jesus é aquele que purificou os nossos pecados (Jesus é sacerdote)”;
  8. Jesus é aquele que está assentado à direita de Deus no céu (exaltação e glória de Jesus)”;
  9. Jesus é maior do que os anjos”;
  10. O nome de Jesus é maior do que os anjos”;
  11. Jesus é chamado por Deus de Filho gerado (não foi criado igual aos anjos)”;
  12. Deus é seu pai”;
  13. Jesus é o Primogênito de Deus”;
  14. Jesus foi digno de ser adorado pelos anjos, mesmo quando estava andando na terra”;
  15. Jesus é aquele de quem Deus diz: o seu trono é para sempre”;
  16. Jesus é aquele de quem Deus diz: a sua justiça é a autoridade de seu reino”;
  17. Jesus é aquele que ama a justiça e odeia a iniquidade”;
  18. Jesus é aquele que recebeu a unção da alegria por parte de Deus de modo singular (Jesus é rei/messias)”;
  19. Jesus é o Senhor (Sl 102: 25-27: Senhor é o título de Deus) que criou a terra e os céus” (Jesus é Deus);
  20. Jesus é aquele que permanece para sempre, cuja vida não tem fim”;
  21. Jesus é aquele a quem Deus colocará os inimigos debaixo dos seus pés” (Promessa de Deus para Jesus);

Capítulo II.
  1. Jesus é aquele que anuncia a Palavra da salvação”;
  2. Jesus é aquele de quem Deus e os homens deram testemunho por meio de sinais, milagres e prodígios e através da distribuição do ES (sinal messiânico)”;
  3. Jesus é aquele que governará o mundo que há de vir”;
  4. Jesus é aquele a quem Deus tudo sujeitou”;
  5. Jesus é aquele que se sujeitou ser semelhante aos homens e a ser menor do que os anjos (por pouco tempo)” (ver ponto 14 acima);
  6. Jesus é aquele que morreu pelos homens” (ver ponto 20 acima);
  7. Jesus é aquele que recebeu a glória e a honra de um rei por causa de sua morte”;
  8. Jesus é a causa e a razão da existência de todas as coisas”
  9. Jesus é aquele que provou a morte por todo homem”;
  10. Jesus é aquele que foi aperfeiçoado por meio do sofrimento”;
  11. Jesus é o Autor (início) da nossa salvação”;
  12. Jesus é aquele que santifica os seus para que sejamos filhos do Pai dele”;
  13. Jesus é o nosso irmão”;
  14. Jesus participou da nossa carne e do nosso sangue”;
  15. Jesus participou da nossa morte”;
  16. Por sua morte, Jesus destruiu aquele que tem o poder da morte, o diabo”;
  17. Jesus livra do pavor da morte”
  18. Jesus livra de uma vida inteira de escravidão”;
  19. Jesus é o socorro dos filhos de Abraão”;
  20. Jesus é o nosso semelhante”;
  21. Jesus é misericordioso”;
  22. Jesus é o fiel sumo sacerdote”;
  23. Jesus é a nossa propiciação”;
  24. Jesus é aquele que sofreu as nossas tentações, por isso “Jesus é o socorro em nossas tentações”;

Capítulo III.
  1. Jesus é o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa fé”;
  2. Jesus é fiel a Deus”;
  3. Jesus é maior do que Moisés”;
  4. Jesus é o Deus que estabeleceu todas as coisas”;
  5. Jesus é o dono da casa que somos nós”;

Capítulo IV.
  1. Jesus é o Filho de Deus”;
  2. Jesus é o grande sumo sacerdote que penetrou nos céus (no descanso de Deus);
  3. Jesus é o sumo sacerdote que tem compaixão de nossas fraquezas”;
  4. Jesus foi tentado em todas as coisas, mas não pecou”;

Capítulo V.
  1. Jesus foi chamado por Deus para ser sacerdote”;
  2. Jesus é o que aprendeu a ser obediente por meio do sofrimento”;
  3. Jesus clamou por si mesmo diante do pavor da morte”;
  4. Jesus é o piedoso, por isso foi ouvido por Deus”;
  5. Jesus é o que obteve vitória diante da morte”;
  6. Jesus é o Autor da salvação”;
  7. Jesus é sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque”;

Capítulo VI.
  1. Jesus é o dono das doutrinas elementares, assim como das perfeitas”;
  2. Jesus é o perfeito de Deus”;

Capítulo VII.
  1. Jesus é o rei da paz”;
  2. Jesus é sacerdote eternamente”;
  3. Jesus é maior que Abraão”;
  4. Jesus vive (no tempo de Abraão e hoje);
  5. Jesus é maior que Levi”;
  6. Jesus maior que Arão”;
  7. Jesus é o sacerdote maior de uma nova aliança”;
  8. Jesus é fiador de superior aliança (maior que a mosaica);
  9. Jesus é o sacerdote imutável”;
  10. Jesus é o que pode salvar totalmente”;
  11. Jesus é o que vive para interceder”;
  12. Jesus é o sacerdote santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus”;
  13. Jesus é o sacerdote e o sacrifício perfeitos”;
  14. Jesus é o Filho perfeito para sempre”;

Capítulo VIII.
  1. Jesus é o ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo erguido por Deus”;
  2. Jesus é mediador de superior aliança”;

Capítulo IX.
  1. Jesus é o sacerdote de bens já realizados”;
  2. Jesus é aquele que derramou seu próprio sangue para entrar no Santo dos Santos”;
  3. Jesus obteve eterna redenção (dom que distribui)”;
  4. Jesus tem o sangue que purifica a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo”;
  5. Jesus é o que morreu para a remissão das nossas transgressões”;
  6. Jesus é o que entrou no céu”;
  7. Jesus é o que aniquilou de uma vez por todas pelo sacrifício de si mesmo o pecado”;
  8. Jesus é o que aparecerá uma segunda vez”;

Capítulo X.
  1. Jesus é o que veio para fazer a vontade do Pai”;
  2. Jesus ofertou seu corpo de uma vez por todas para nossa santificação”;
  3. Jesus consagrou-nos novo e vivo caminho, sua carne sacrificada, para chegarmos a Deus”;
  4. Jesus é o que vem e não tardará”;

Capítulos XI e XII.
  1. Jesus é o Autor e Consumador da nossa fé”;
  2. Jesus é o que suportou a cruz e a ignomínia dos pecadores”;
  3. Jesus é o santificador do povo”;
  4. Jesus é o meio pelo qual devemos louvar a Deus”;
  5. Jesus é o que foi trazido da morte por Deus”;
  6. Jesus é o Senhor”;
  7. Jesus é o grande Pastor das ovelhas”;

Capítulo XIII.
  1. Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente”;
  2. Jesus é quem santifica Seu povo”;
  3. Jesus é Aquele que padeceu pelo Seu povo fora do arraial”;
  4. Jesus é Aquele por meio de quem podemos oferecer sacrifícios de louvor a Deus, que é o fruto de lábios que confessam o nome de Jesus”;
  5. Jesus é Aquele a quem Deus trouxe de volta dos mortos mediante o sangue do concerto eterno”;
  6. Jesus é o Grande Pastor das ovelhas”;
  7. Jesus é merecedor de toda glória eterna. Amém!”

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Uma Igreja em busca de homens

“...porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja,
sendo este mesmo o salvador do corpo”.

Ef 5:23





Vivemos em tempos sombrios e, exatamente agora, carecemos de homens! Mergulhados nos últimos dias, desapercebemo-nos que o mistério da iniquidade já opera entre nós (II Tess 2:7), afogados que nos encontramos no excesso de informação e discussão que tem servido tão somente para nos manter desatentos e alienados, enquanto corremos de um lado para o outro em busca de sabedoria – este é o sinal escatológico de nossa geração (Daniel 12:4).



Vivemos em tempos confusos, um momento preparado para expor a nós mesmos nossas próprias contradições e mais profundas incoerências. Vemos uma nação que espera que seus líderes corruptos sejam finalmente condenados; lemos em jornais e revistas o anseio nacional por justiça; as ruas fervilharam de temas para serem discutidos na ordem do dia; nas esquinas, praças e bares, todos esperam pelo julgamento que irá nos dar uma certa saciedade diante do vazio político e social em que vivemos. Contudo, mais do que nunca, na vida privada, apela-se que os grandes temas como religião, futebol e política ainda sejam uma questão de fórum íntimo! Assim, escancara-se dois brasis: o primeiro, representado pelo poder público, que queremos ver julgado e julgando com equidade; e o segundo brasil, nós mesmos, cada um de nós, que continuamos nossa corrupção diária, a venda e barganha de nossos votos pela solução imediata de nossas necessidades básicas. Este brasil não encontra problema em suas pequenas mentiras, em sua imoral diária, na educação atravessada de valores duvidosos oferecidos abundantemente pelas tvs. Este é o brasil que não se julga a si mesmo, mas que, paradoxalmente, deseja que seus representantes, que habitam aquele outro brasil, imponham-se tal julgamento!



O brasil nosso de cada dia - esse brasil privado – o brasil das famílias, das conversas informais, dos clubes e associações é um brasil acéfalo ou simplesmente doente: falta-lhe homens! Assustadoramente, é aqui neste brasil que afloram as igrejas e estas também esperam que sua bancada lhes represente, por isso nos falta homens no brasil do poder público, porque elegemos representantes de uma parcela da sociedade a qual também lhe falta homens... Fomos invadidos pela estranha teoria de que não devemos julgar o próximo, não devemos avaliar as pessoas, seus comportamentos, suas crenças e motivações – não é politicamente correto. Nem percebemos que pensando assim criamos uma sociedade dividida e incoerente, pois na esfera pública cobramos tão calorosamente um julgamento que temos sonegado à vida privada. Não poderíamos esperar que existam homens que julgassem a si mesmos e aos grandes temas nacionais, uma vez que não os forjamos na vida privada desde a infância. Não há homens, porque não sabemos mais o que é ser um homem de verdade.



A consequência mais séria disso tudo é que não há homens na Igreja, daí tantos líderes femininos, tantas mulheres à frente e mesmo jovens e até crianças em púlpitos! Não há homens! Homens deveriam ser criados para serem homens desde crianças, mas já não os são mais. E a Bíblia resiste martelando em nossas cabeças que julgar é coisa para homens e não para crianças. Julgar é característica de quem cresceu, é qualidade demonstrada por quem amadureceu: “Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal” (Hb 5:14). Não há mais quem julgue entre o certo e o errado, entre o bem e o mal, entre o que é lícito e o que não é em nossas igrejas e famílias, porque nos faltam homens forjados pela prática de suas faculdades exercitadas para julgar. Não há homens, porque não estamos ensinando a nossos filhos que eles precisam crescer. Trouxemos para dentro de nossas igrejas o infantilismo nefasto do politicamente correto, da tolerância amoral em detrimento da Verdade, assim a igreja cristã tem sido apenas uma igreja infantil que produz crianças e as oferece ao poder público para repetirem o mesmo jogo de amarelinhas que essas crianças aprenderam em casa.



Há um dom esquecido pelas crianças ávidas por poder, por domínio e autoridade imposta – coisas típicas de quem não cresceu – o dom do julgamento (I Cor 12:10). As crianças são egoístas e buscam para si os dons que lhe afagam o ego e lhes cria uma imagem de espiritualidade messiânica, mas esquecem que os dons são para serviço da Igreja e não para ostentação de suas denominações ou carreiras eclesiásticas. Precisamos de homens em nossas igrejas que julguem e coloquem à prova os falsos profetas (I Jo 4:1). Homens que ousadamente julguem e ensinem a julgar pessoas, comportamentos, ideias, filosofias, etc. Homens que assumam a responsabilidade de julgar primeiramente a si mesmos, retirando de seus próprios olhos a trave, mas que não fujam à missão cristã de ajudar o próximo a limpar o cisco que incomoda os olhos dele (Mt 7: 1-5). Precisamos de homens que tenham sido ensinados e que, agora, possam julgar os falsos profetas (Mt 7: 15-20); homens que julguem os iníquos dentro das igrejas (I Cor 5:11-13); homens que julguem os vagabundos que sugam as igrejas (II Tess 3: 6, 14 e 15); homens que não tenham pruridos em julgar as falsas profecias (I Tess 5:21). Homens que busquem exercer o dom do Espírito Santo de discernimento!



Enfim, se queremos homens desse calibre dentro de nossas famílias, de nossas igrejas, de nossos partidos políticos, então, precisamos compreender qual o critério, qual a medida que é justa, que é boa, que é verdadeira para que eles venham a exercer um julgamento correto (Mt 7:1-5). Já dissemos aqui que, segundo o próprio Jesus, o critério não pode ser da hipocrisia, em outras palavras, o homem deve julgar a si mesmo e, então, ajudar o seu próximo. Todavia, há uma medida, há um critério que precisa ser dado às nossas crianças desde cedo para que elas possam vir a ser os homens que Deus espera que preparemos. Esse critério, essa medida foi dada pelo próprio Espírito Santo ao cristão, a saber, a mente de Cristo (I Cor 2: 15-16)!



Biblicamente, somos chamados a julgar TODAS AS COISAS. Deus entregou-nos uma nova mentalidade, um novo jeito de pensar. Nós temos a mente de Cristo exatamente para que possamos reavaliar TODA a sociedade (família, política, Constituição, religião, lazer, trabalho, escola, namoro, etc). Não podemos nos esquivar de crescer. Precisamos discernir TODAS AS COISAS, usando a mente de Cristo, que é a transformação do nosso velho pensamento, que era segundo os valores do mundo, para a medida, para o critério do próprio Jesus. E mais do que nunca a tarefa de retornarmos ao Evangelho é árdua, mas é chegada a hora (e já passou) da Igreja Cristã assumir sua responsabilidade de oferecer homens com a mente de Cristo para julgar os grandes temas nacionais que se encontram na pauta do dia para o Brasil. Busquemos, então, os melhores dons (I Cor 12:31)!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

A profecia de Rodion Raskólnikov

Raskólnikov assassina uma velha agiota para roubar-lhe dinheiro e usá-lo para a prática de boas obras como compensação daquele terrível crime, mas, além disso, a intenção de Raskólnikov era testar a ideia de que algumas pessoas seriam naturalmente capazes de praticar um terrível crime sem doer-lhes a consciência. 

Após condenado, já na prisão, Raskólnikov tem um sonho: é o mundo que viria a partir de todo cientificismo, materialismo e positivismo que já se instaurara no fim do século XIX. 

Uma sonho profético que antecipou as inacreditáveis tragédias ocorridas no século XX, mas que é uma profecia para nossa geração sobre tempos que ainda nos sobrevirão:

“Aldeias, cidades, povos inteiros eram atacados por aquela moléstia e perdiam a razão. (…) Ninguém se entendia sobre o bem e sobre o mal, nem sabia quem se havia de condenar e quem se havia de absolver. Matavam-se uns aos outros, movidos por uma cólera absurda. (…) Abandonaram os ofícios mais corriqueiros, porque cada um propunha a sua ideia, as suas reformas e nunca havia acordo. A agricultura também foi abandonada. Aqui e acolá homens reuniam-se em grupos, combinavam uma ação em comum, juravam não se separar – mas um instante depois começavam a fazer outra coisa inteiramente diferente daquela que acabaram de combinar, punham-se a acusar-se uns aos outros, a bater-se, a apunhalar-se. Houve incêndios e fome. Homens e coisas pereciam. O flagelo estendia-se cada vez mais. No mundo inteiro só podiam salvar-se alguns homens, predestinados a refazer o gênero humano, a renovar a terra, mas ninguém via esses homens em parte alguma, ninguém ouvia as suas palavras”.
 

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